quarta-feira, 16 de junho de 2010

Apresentação

Como primeiro post do blog, gostaria de citar o que poderá ser encontrado aqui;
No blog postarei artigos médicos, sobre patologias, prognósticos, bioética, técnicas cirúrgicas, além de meus próprios trabalhos e artigos sobre instrumentação cirurgica, meu foco pincipal, já que se trata do meu curso.

Sou apaixonada pela medicina, pela biomedicina, pelo ato e centro cirúrgico e por todo tipo de pesquisa científica na área, então aqui terá um pouco de tudo isso, vou tentar não cair na tentação de focar em reprodução humana e infertilidade, assuntos que mais me fascinam!!!

Para começar, posto o retrato da profissão de instrumentador(a) cirúrgico(a), minha amada área.
O texto foi retirado do portal do instrumentador, excelente site, vale a pena visitar

http://www.instrumentador.com.br/

A profissão

O profisional de instrumentação cirúrgica atua junto à equipe cirúrgica. Sua função é de extrema importância para o bom desempenho do ato cirúrgico. É da responsabilidade do instrumentador(a) o perfeito funcionamento de instrumental e equipamentos usados pelo cirurgião.
O bom instrumentador(a) se prepara antes da cirurgia começar, prevê o material a ser usado e já conhecendo a equipe cirúrgica pode inclusive preparar o paciente de acordo com a preferência da mesma.

Durante o ato cirúrgico, compete ao instrumentador(a) monitorar o material usado e fazer a solicitação de reposição de material de consumo. Também é importante que o instumentador(a) esteja atento aos movimentos da equipe cirúrgica, tendo sob seu controle a quantidade exata de compressas, gazes, agulhas e demais objetos que não podem ser perdidos ou esquecidos.

O instrumentador(a) deve estar atento à manutenção da assepsia de toda a equipe cirúrgica. É extremamente importante que o instrumentador(a) possua noção espacial para que não contamine sua mesa quando de movimentos repentinos ou inesperados de qualquer membro da equipe cirúrgica.

Para que o bom profissional possa ser ainda mais eficiente é necessário que ele conheça não apenas o nome e apelido de todo o instrumental, mas que conheça os gestos e principalmente tenha capacidade de observar a seqüência do ato cirúrgico, a fim de poder passar o instrumental antes mesmo do cirurgião o pedir.

Também compete ao bom instrumentador(a) evitar desperdício de material, contudo não tornar esta necessidade uma obrigatoriedade, de tal modo que a economia de material não prejudique a qualidade e eficiência do ato cirúrgico.

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